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Resumo da Tragédia de Brumadinho do dia 25 de janeiro até hoje!

Entenda o que aconteceu em Brumadinho, a Barragem 1, a empresa Vale e o que está sendo feito!

Umas das barragens no Córrego do Feijão, da mineradora Vale, localizada Brumadinho MG, se rompeu no dia 25 de janeiro. A onda de rejeitos de minério de ferro atingiu a área administrativa da empresa e a comunidade da Vila Ferteco, deixando mortos, feridos e desaparecidos.

A barragem de Brumadinho

O rompimento aconteceu na Barragem 1, construída em 1976, de lá pra cá, adquiriu um volume de 12,7 milhões de m³. Informações da Vale, garantiram que a barragem tinha encerrado as atividades há cerca de três anos.

Todas as informações abaixo são baseadas na Reportagem do Estadão.

Barragem Resumo da Tragédia de Brumadinho do dia 25 de janeiro até hoje!

Tragedia-Brumadinho Resumo da Tragédia de Brumadinho do dia 25 de janeiro até hoje!

Vítimas da Barragem de Brumadinho

 No dia 25 de Janeiro o presidente da mineradora, Fabio Schvartsman, informou que os funcionários eram os mais afetados. Segundo ele cerca de 300 funcionários estavam no prédio dministrativo e no restaurante da empresa, porém, 100 já tinham feito contato.

Já governador de Minas Gerais, Romeu Zema, afirmou que as chances de encontrar sobreviventes na região são mínimas. Mas, mesmo com as dificuldades para o resgate, os bombeiros continuam as buscas na região afetada pelo desastre com a ajuda do Exército Israelense e suas tecnologias.

O tenente Pedro Aihara, porta-voz do Corpo de Bombeiros de Minas Gerais, disse que ainda está cedo para determinar uma data limite para o encerramento das buscas por vítimas.

Veja o antes e depois do rompimento de barragem em Brumadinho da Vale

 antes-e-depois-brimadinho Resumo da Tragédia de Brumadinho do dia 25 de janeiro até hoje!

 

Causas do rompimento da Barragem de Brumadinho

 Ainda não se sabe o que causou o rompimento da barreira. Uma vistoria realizada em dezembro não apontou problemas em sua estrutura e a barragem era considerada de “risco baixo”.

Bloqueios decretados pelo governo

 A Justiça já decretou bloqueios de R$ 11 bilhões da Vale. Na sexta-feira, 25, dia do rompimento da barragem, o juiz de plantão da Vara de Fazenda Pública de Belo Horizonte, Renan Carreira Machado, determinou o bloqueio de R$ 1 bilhão nas contas da mineradora.

A decisão foi concedida em tutela de urgência em resposta a uma ação do governo de Estadual de Minas Gerais, que havia acionado a Vale, pedindo sua responsabilização pelo desastre.

Depois, a Justiça mineira decretou um bloqueio de R$ 5 bilhões para a reparação de danos ambientais pelo rompimento da barragem.

Neste domingo, a Justiça mineira deferiu liminar determinando um novo bloqueio de mais R$ 5 bilhões da mineradora para garantir a reparação dos danos às pessoas atingidas no município após o desastre.

O Ministério Público do Trabalho (MPT) em Minas Gerais solicitou o bloqueio de R$ 1,6 bilhão da mineradora Vale à Vara do Trabalho de Betim (MG). O pedido tem o objetivo de assegurar o pagamento de eventuais indenizações às famílias das vítimas e dos sobreviventes da tragédia.

Suporte às famílias que sofreram com o Rompimento da Barragem de Brumadinho

O diretor Financeiro da Vale, Luciano Siani, anunciou nesta segunda-feira, 28, a doação de R$ 100 mil para cada família das vítimas fatais e desaparecidos. Ele esclareceu que o dinheiro será doado para “aliviar os problemas de curto prazo” dos atingidos e não será contabilizado como indenização.

Ações do governo

 O presidente Jair Bolsonaro assinou um decreto instituindo o Comitê de Gestão e Avaliação dos Desastres da Ruptura da Barragem do Córrego de Feijão. Ele também sobrevoou a região e anunciou parceria com Israel para localização de vítimas.

Ajuda internacional

 Um grupo formado por 136 militares israelenses auxilia nas buscas por vítimas do desastre. Especializada em resgate durante catástrofes com uso de sonares a equipe trouxe material eletrônico e de escavação. Cães farejadores também acompanham o grupo.

Regiões afetadas pela Tragégia de Brumadinho

 Municípios cortados pelo Rio Paraopeba fizeram alertas para a população ribeirinha sobre o risco de inundações. Em Juatuba, agentes da Defesa Civil visitaram casas em áreas perto do rio orientar os moradores sobre a necessidade de deixar o local caso o nível da água suba. Ações semelhantes foram realizadas em Esmeraldas e Betim.

Suspeita de um segundo rompimento

 No domingo, 27, às 5h30, a sirene de evacuação foi acionada em Brumadinho por causa do risco de rompimento da Barragem 6.  Moradores das comunidades Córrego do Feijão e Tejuco começaram a ser retiradas e o trabalho de buscas foi interrompido. À tarde, o risco diminuiu e as buscas foram retomadas.

 Instituto Inhotim

 O Instituto Inhotim foi evacuado após o desastre e não funcionou durante o final de semana. Neste domingo, 27, informou que vai continuar fechado até a próxima quinta-feira, 31.

O museu disse que a decisão foi tomada em solidariedade aos atingidos pelo desastre em Brumadinho. “Estamos em contato com os órgãos competentes para entender os impactos do desastre e traçarmos, conjuntamente, medidas para minimizar os danos”, informou a instituição, em nota.