Bolsonaro indica General que encarou Lula para Secretaria de Governo




O Presidente Eleito Jair Bolsonaro anunciou no Twitter um novo membro da equipe. Ele indicou o General-de-Divisão Carlos Alberto dos Santos Cruz para a Secretaria de Governo.

O General já havia se envolvido em fofocas da Mídia após encarar o Ex-presidente preso por diversos crimes, Lula.

Veja o anuncio feito por Bolsonaro:





Carreira Militar exemplar

Iniciou sua carreira militar em 18 de março de 1968, ao ingressar na Escola Preparatória de Cadetes do Exército, concluiu o curso em 1970. A seguir, cursou a Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN). Foi promovido a segundo-tenente em agosto de 1975 e a primeiro-tenente em abril de 1977, período em que realizou os cursos de Comandos e Guerra na Selva. Atingiu o posto de capitão em abril de 1980. E entre 1983 e 1984, foi comandante de companhia na EsPCEx.

Em 1985, realizou o curso da Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais (EsAO). Promovido a major em agosto de 1987, cursou a Escola de Comando e Estado-Maior do Exército (ECEME). Ascendeu a tenente-coronel em agosto de 1992. Trabalhou na Assessoria de Pessoal do Gabinete do Comandante do Exército. Ascendeu ao posto de coronel em abril de 1997.

De janeiro de 1998 a janeiro de 2000, comandou o 43º Batalhão de Infantaria Motorizado, em Cristalina-GO. Entre 2001 e 2003, foi adido militar junto à Embaixada do Brasil em Moscou, Rússia.

Promovido a general de brigada em 25 de novembro de 2004, foi designado para comandar a 13ª Brigada de Infantaria Motorizada, em Cuiabá.

Comandou a missão de paz no Haiti (Minustah) entre setembro de 2006 e abril de 2009, tendo um total de 12 mil militares subordinados. Atingiu o posto de general de divisão de março de 2009.

No retorno ao Brasil, foi comandante da 2ª Divisão de Exército e subcomandante do Comando de Operações Terrestres.

Após ir para reserva

Passou para a reserva em novembro de 2012. Em seguida tornou-se assessor especial do Ministro da Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República.

Em abril de 2013, foi escolhido pela Organização das Nações Unidas (ONU) para suceder o tenente-general indiano Chander Prakash Wadhwa no comando da missão de paz na República Democrática do Congo (MONUSCO), na coordenação de cerca de 23,7 mil militares de 20 países. No início de junho daquele ano foi designado para o serviço ativo a fim de poder exercer o cargo e chegou àquele país para assumir o comando, no qual trabalhou até 2 de dezembro de 2015.

No dia 26 de abril de 2014, afirmou em entrevista à Folha de S.Paulo que “a ONU não é onipresente e não pode ser responsabilizada por crimes que não pode impedir”, “os grupos que atuam na região são puramente criminais” e que “a gente nunca se acostuma com o sofrimento humano”.  (Fonte:Wikipédia)

 

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